ECONOMIA DA ATENÇÃO

Recentemente tenho visto muita gente reclamando de redes sociais, com certo destaque para o Instagram, que ao longo do tempo ganhou importância expressiva no ecossistema da Meta.

Para tratar desse tema é necessário delimitar adequadamente o problema, que se formulado em termos mais gerais, é muito complexo, porque implica realidades que ainda são muito recentes.

Alguns termos sugerem a dificuldade: economia da atenção, economia das plataformas, capital humano, capital simbólico. Tudo isso faz parte de nosso tema e nada é muito fácil de tratar.

Uma qualificação que pode ajudar significativamente é separar os usuários de redes sociais — que as utilizam por puro entretenimento —, daqueles que desenvolvem nelas uma atividade econômica.

Os ditos criadores com sua multitude de criativos têm uma realidade particular, e encontram nas redes desafios muito específicos, que os separam daqueles que se entretém nelas.